segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Hola! Hi! Salut! Oi!


Língua universal!!! Que tipo de linguagem poderia agregar todas? Pensei tanto nisso que sonhei.

Tinha grandes montanhas verdes, eu estava em algum lugar alto, pois enxergava um vilarejo muito bonito abaixo, com casas de telhados de palha, portas abertas, tudo muito simples e natural. Começo a descer com calma, olhando a paisagem, tudo muito bonito por sinal.

Quando chego ao vilarejo sou muito bem recebida. Todos me olham com um olhar terno, afetuoso, saudoso, aquele olhar que diz "que bom que finalmente chegou, não aguentava mais te esperar". Sorrisos, abraços, beijos. Muito carinho, muito amor! Nenhuma palavra até então, mas muita música... música que vem de todos os lugares, melodias que se completam, vão continuando conforme vou passando.

Estou indo, em direção a lugar nenhum, só quero estar ali, conversar com todos, vê-los, senti-los, revê-los. Sim, porque não me sinto estranha de maneira nenhuma. São todos muito familiares, desde os pequenos aos mais velhos. E todos com uma luz branca intensa, apenas sorrindo e dançando, cantando, vivendo e parando para me olhar passar, me dizer "bem vinda".

E vou passando o dia apenas dançando, cantando, me comunicando com todos através dos olhares, dos toques, dos gestos. Tudo é compreensível, pois falamos de uma unidade tão harmônica, é amor. Amor não tem mesmo língua, não precisa de nenhuma definição, apresentação, precedente. É amor e agrega tudo de bom que existe no mundo junto com ele. É universal. Não é necessário mesmo que se diga nada, só vivê-lo é suficiente. Minha aldeia perfeita era feita de amor, muito amor. Por isso tudo era tão pacificamente compreensível e belo.


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